Muitas empresas começam com um roteador Wi-Fi comum e acrescentam repetidores quando o sinal falha. Isso funciona em espaços pequenos, mas costuma gerar quedas, lentidão e dificuldade de gestão quando há mais pessoas, salas e dispositivos.
Sinais de que é hora de trocar
- Sinal fraco ou instável em algumas salas, corredores ou andares.
- Videochamadas e sistemas na nuvem que travam quando várias pessoas usam a rede.
- Visitantes conectados à mesma rede dos computadores da empresa.
- Ninguém sabe quantos aparelhos estão conectados nem quem alterou a configuração.
O que muda com pontos de acesso gerenciados
- Vários pontos com o mesmo nome de rede: o dispositivo troca de ponto sem perder a conexão (roaming).
- Gestão central: um controlador aplica configurações, atualizações e monitoramento em todos os pontos.
- Redes separadas: rede da empresa, rede de visitantes e rede de equipamentos, cada uma com as suas regras.
- Alimentação PoE: um único cabo de rede leva dados e energia ao ponto de acesso instalado no teto.
Planeje antes de instalar
A quantidade e a posição dos pontos dependem da planta, dos materiais das paredes e do número de usuários. Um bom projeto inclui switches com PoE suficientes, cabeamento adequado e um plano de canais e potência para evitar interferência.
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